História

Até à década de 60 a indústria portuguesa de Refinação de Açúcar era composta por algumas dezenas de unidades de pequena dimensão, grande parte funcionando em termos artesanais, com equipamento muito rudimentar, incapazes de produzir açúcar de qualidade.

A política de condicionamento industrial então vigente impôs a criação de unidades industriais de refinação de açúcar modernas, de maior dimensão e bem apetrechadas tecnologicamente, obrigando assim à transformação do Sector Industrial de Refinação de Açúcar.


1962

A RAR é constituída em 1962, a 20 de março, em resultado da concentração de 9 pequenas unidades de Refinação de Açúcar existentes no Norte do País, que, no seu conjunto, representavam cerca de 9% do mercado nacional. A produção destas unidades passou a ser comercializada até ao arranque da refinaria projetada para as substituir.

Desde a sua origem, a RAR Açúcar assume um compromisso com a qualidade, inovação e modernização industrial, valores que continuam a marcar a identidade da marca.


1967

Iniciada no ano seguinte a construção das suas instalações, a RAR entra em laboração em 1967, com a capacidade de produção instalada cerca de 50.000 toneladas por ano, expansível até 75.000 toneladas, afirmando-se desde cedo como um operador relevante no mercado nacional. As vendas da RAR, em 1967, atingiram cerca de 22.000 toneladas, correspondendo a 11,78% do mercado nacional.


1968

Em 1968 muda a composição acionista da RAR o que veio possibilitar um novo dinamismo que, nos anos seguintes, se traduziu num excecional crescimento da empresa. Procedeu-se ao aumento do capital social da sociedade e foi ampliada a capacidade de produção da Refinaria, como forma de resposta ao crescente aumento das vendas e à progressão da quota de mercado da RAR.

Ao longo da década de 70, a empresa reforça a sua capacidade industrial e consolida a sua presença no mercado nacional, apostando na eficiência produtiva e na melhoria contínua dos seus processos.


1973

Em 1973 a RAR adquire a Refinaria Angola, situada em Matosinhos, e o seu volume de vendas passa a representar cerca de 45% do mercado nacional.

Durante os anos 70 e 80 a RAR empreendeu, não obstante as vicissitudes atravessadas pelo País nessa época, uma expansão da sua atividade e a diversificação para outras áreas, com a criação de numerosas empresas, que formam hoje o GRUPO RAR, consolidando-se simultaneamente como uma das principais referências do setor açucareiro em Portugal.

Ao longo deste período, o Grupo RAR expandiu a sua presença para áreas complementares como a indústria alimentar, embalagem, logística e serviços, enquanto a RAR Açúcar reforçava uma cultura assente no rigor, na fiabilidade e na procura constante pela excelência, acompanhando a evolução tecnológica e as exigências crescentes do mercado.


1991

No ano de 1991 procedeu-se à concentração da actividade produtiva, encerrando a Refinaria de Matosinhos e dotando a Refinaria do Porto da capacidade necessária ao completo processamento das necessidades de açúcar da RAR.

Nos últimos anos assistiu-se a uma adequação progressiva da empresa às novas realidades do mercado, modernizando os seus processos de fabrico e de gestão e implementando modernas tecnologias.

Detendo hoje uma capacidade produtiva superior a 130.000 t/ano, a RAR Açúcar enfrenta o século XXI com a determinação de ser uma referência no mercado ibérico, com produtos e serviços inovadores e com uma aposta clara na qualidade.

A aposta na inovação permanente levou a empresa, em 2004, à adopção de uma nova imagem, valorizando o produto e diferenciando, ainda mais, a marca RAR.

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