Quem Somos

A RAR Açúcar

Desde 1962, a RAR Açúcar tem vindo a afirmar-se como um dos principais refinadores portugueses de açúcar de cana, estando in­tegrada no Grupo RAR, um dos principais grupos económicos por­tugueses, com um portefólio de negócios diversificado que inclui as áreas de embalagem, bens de consumo, alimentar, imobiliária e serviços.

 

A RAR Açúcar tem como principal atividade a refinação e comercialização de açúcares e o seu propósito é a criação de solu­ções doces, naturais e sustentáveis, assegurando qualidade e res­ponsabilidade na produção. A produção dos seus vários produtos começa no processamento de rama da cana-de-açúcar, integrando considerações ambientais e sociais em cada etapa do processo e cadeia de valor.

A atividade da RAR Açúcar desenvolve-se em Por­tugal tendo a refinaria como a sua principal unidade operacional. Com uma forte presença no setor de refinação e comercialização de açúcar-de-cana, a empresa assegura elevados padrões de qualida­de e segurança alimentar.

Posicionamento e prioridades estratégicas 

A RAR Açúcar opera essencialmente como transformador de matéria-prima, processando rama da cana-de-açúcar para obter diversos produtos, nomeadamente:

 

A RAR Açúcar responde a nichos de mercado específicos e assegura a eficiência dos seus canais de distribuição,
operando em dois segmentos principais que se mantêm equilibrados e refletem a diversidade da sua carteira de clientes:

Indústria

Incluindo embaladores, distribuidores alimentares e a indústria que utiliza açúcar como matéria-prima.

Distribuição moderna

Grandes superfícies retalhistas, distribuidores grossistas e Cash & Carrys, comércio tradicional nacional e internacional.

A produção e o consumo mundial de açúcar atingem cerca de

180 milhões
de toneladas
por ano 

com um crescimento anual entre 1% e 2% na última década. Aproximadamente 80% deste açúcar é proveniente da cana-de-açúcar, enquanto os restantes 20% têm origem na beterraba sacarina, cultivada sobretudo na Europa.
Os principais produtores de cana-de-açúcar são o Brasil, a Índia, a Tailândia e a China.

O mercado europeu continua a ser dominado pelo açúcar de beterraba sacarina, com a França, Alemanha e Polónia entre os maiores produtores, num consumo anual que ronda as 16 milhões de toneladas. O setor tem vindo a adotar medidas consistentes de sustentabilidade, desde a redução de pesticidas até à inovação agrícola, reforçando práticas sustentáveis e promovendo um crescimento mais equilibrado. A Península Ibérica representa cerca de 10% do consumo europeu e mantém-se importadora líquida de açúcar. A região conta com quatro produtores principais, dois em Portugal e dois em Espanha.

Modelo de negócio
e cadeia de valor 

No âmbito do mercado europeu, a Common Market Organization (CMO) é a entidade que regula as empresas no setor do açúcar, tendo particular impacto ao nível da aquisição de matéria-prima.

 

A cadeia de valor da RAR Açúcar, organiza-se em torno de um processo integrado que abrange desde o aprovisionamento de matérias-primas até à entrega do produto final. O aprovisionamento assegura a continuidade do processo produtivo através do planeamento da importação marítima de rama da cana-de-açúcar, uma atividade crítica para o negócio e sujeita a regulamentação específica a nível europeu enquanto commodity. O processo produtivo desenvolve-se entre a unidade de refinação, onde ocorre a transformação da rama da cana-de-açúcar em açúcar refinado, e na área de embalagem. Além do açúcar refinado, este processo origina subprodutos que são posteriormente valorizados, garantindo a integração de princípios de economia circular da operação.

Todo o processo é suportado por diversas funções que asseguram a eficiência operacional e controlo de qualidade, nomeadamente através das atividades desenvolvidas em laboratório próprio que labora 24/dia. Em paralelo, as estruturas de apoio comercial garantem a relação com os diferentes segmentos de mercado e asseguram a distribuição dos produtos.

Prioridades
estratégicas 

Ambiental

Gestão eficiente de recursos através da transição energética para fontes renováveis, redução do consumo de água e valorização de subprodutos, transformando resíduos em recursos.

Social

Bem-estar e desenvolvimento dos colaboradores através de programas de segurança, melhoria das condições de trabalho e formação contínua.

Governance

Transparência e qualidade ao longo da cadeia de valor através de sistemas de gestão certificados, rastreabilidade e monitorização do desempenho em sustentabilidade.